quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Carnaval já foi.

Agora que o Carnaval passou, voltamos a realidade. Todo mundo pulou o Carnaval? Ao que pude perceber logo no Domingo que saí, parecia que o mundo inteiro também resolvia sai de casa pra ir ver o Carnaval, ou   Brincar o Carnaval, gente e latinha de cerveja era o que mais se via, ambas juntas. Como esse povo bebe!! principalmente os mais jovens. 
Eu não pulei Carnaval, aliás, achei essa figura abaixo lá no blog Fondue e Chocolate e foi assim mesmo que fiz, pulei fora do Carnaval, hoje já não tenho mais animação e com a quantidade de gente, o calor e o barulho mais a sujeira, minha vontade de ver Carnaval vai a zero. Mas respeito e até admiro as pessoas que tem o maior pique e se divertem mesmo de verdade, se fantasiam, eu adoro ver as fantasias criativas que o povo inventa, mas esse ano, nada vi porque fugi da multidão.

Aproveitei o carnaval pra curtir o sossego, o silêncio, o meu irmão que apareceu por aqui e os meus anjinhos de quatro patas, pena que o calor aproveitou que é Carnaval e veio com vontade e pelo jeito quer ficar por aqui, isso é que não estou gostando.
Nem posso  dizer que agora o ano começa porque pra mim ele só vai mesmo começar quando esse maldito Horário de Verão acabar!!
Porém, hoje, já estou entrando no ritmo da minha Reeducação Alimentar mais seriamente, anotando e prestando atenção as Notas, sim, voltando a fazer contagem da Dieta das Notas, só pra ter um referencial, que nesses últimos meses, deixei o olho gordo decidi o tamanho das porções e aí, o resultado não chega.
Estou com esse Blog novo, enquanto não dou conta do problema que eu mesma criei no outro e não consigo resolver, talvez vá contratar alguém pra fazer um mais personalizado, talvez....

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Devido a diversos problemas com o meu querido Blog VieViVi, acabo de criar esse enquanto não consigo desvendar os problemas do anterior. Vamos lá...meio descontente com essa situação...

Primeiro Post para inaugurar o "Se não agora, Quando?"


Lendo o texto de Vera Regina Cristofani, jornalista e editora do site  veganospelaabolicao.org e coordenadora do Grupo de Estudos de Teoria de Direitos Animais Abolicionistas de Gary Francione (GEFRAN), deixo aqui para reflexão de todos nós, porque eu concordo que nós deveríamos respeitar mais os nossos animais não humanos.

Afinal de contas, somos todos sencientes

Por Vera Regina Cristofani



Afinal de contas, somos todos sencientes

Um grupo de neurocientistas assinou recentemente o manisfesto, The Cambridge Declaration on Consciousness, admitindo a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo. Segundo eles, essa consciência significa que os animais não humanos têm a capacidade de perceber a sua própria existência e o mundo ao seu redor. Eles afirmam ainda que esses animais possuem todas as estruturas nervosas que produzem a consciência. Entre outras coisas, isso quer dizer, portanto, que eles sentem dor e isso nos leva a repensar nossa relação com esses animais.

Ainda que as pesquisas continuem avançando nessa área, há, atualmente, provas suficientes para chegarmos à conclusão de que se os animais não humanos sofre, sentem dor e prazer - isto é, se eles são seres sencientes como nós - então, não precisamos de mais nenhum motivo para não prejudicá-los por prazer, diversão e conveniência. No entanto, nós matamos 110 bilhões de animais anualmente para alimentação sabendo que, sem sombra de dúvida, vacas, porcos, galinhas, peixes, por exemplo, são explorados e mortos para satisfazer o prazer do nosso paladar, já que não é necessário comer carne ou qualquer outro produto de origem animal para manter uma boa saúde.

Se continuarmos tentando provar que um animal senciente precisa ser como nós para não ser usado como meio para os nossos fins e merecer nossa consideração, ele nunca ganhará.  Na verdade, se deixarmos de lado o nosso antropocentrismo, veremos que a senciência é a única característica que um ser precisa para ter o direito moral de não ser usado meramente como recurso.

A teoria de direitos animais abolicionista do filósofo Gary Francione salienta que qualquer tentativa de justificar a exploração dos animais não humanos, com base na falta de características dos humanos, desvirtua a questão moral ao supor que certas características são especiais e justifiquem um tratamento no espelho ou se comunicar através de linguagem simbólica, isso não nos concede o direito de desprezar a vida de outros animais.

Como nenhum humano é capaz, por exemplo, de voar ou respirar debaixo d'água sem ajuda, a questão relevante colocada pelo filósofo é: "O que torna a capacidade de reconhecer a si mesmo num espelho e a capacidade de usar a linguagem simbólica melhores, em um sentido moral, do que a habilidade de voar ou respirar debaixo d'água? A resposta, é claro, é que nós dizemos isso e é do nosso interesse dizer isso."